Dr. Gamaliel Marques

Dr. Gamaliel Marques

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Com muita raça, Santa Cruz vence o Brasiliense por 2x0 e está classificado

 
Classificado próxima fase da Série C. Neste domingo, diante de um Arruda completamente lotado, venceu o Brasiliense por 2x0, gol de Renan Fonseca e Oziel, e assegurou a classificação antecipada. Com muita raça, a equipe Tricolor carimbou seu passaporte para as quartas de final.
 
Contando com a contribuição dos adversários na rodada do Grupo A, o Santa Cruz não tem mais como ficar de fora do G4 da chave. Com 34 pontos, o Tricolor ocupa a primeira posição.
 
O TIME – com vários desfalques, um deles, o atacante André Dias, cortado momentos antes do jogo, o técnico Vica teve de promover quatro alterações na equipe Tricolor. O Santa Cruz entrou em campo com a seguinte escalação: Tiago Cardoso, Oziel, Éverton Sena, Renan Fonseca e Tiago Costa (Panda); Ramirez (Dedé), Éverton Heleno, Luciano Sorriso e Natan (Renatinho); Caça-Rato e Siloé.
 
O JOGO: Entrando em campo já sabendo que a rodada estava contribuindo para a classificação antecipada, os jogadores do Santa Cruz foram a campo dispostos a fazer a parte deles e vencer o Brasiliense diante da Torcida.
 
Se enchendo de brios, os Tricolores esbanjaram raça. A oportunidade era essa e os atletas sabiam que não poderiam deixar escapar. Nos 10 primeiros minutos de jogo, a equipe Tricolor se mostrou incansável e muito aplicada.
 
Com tanta vitalidade, o Mais Querido não demorou para abrir o placar. Ao 20 minutos, Luciano Sorriso cobrou escanteio e a bola acabou encontrando Renan Fonseca, que a cabeceou para o fundo do gol. O gol contagiou o Torcedor Coral e o Arruda vibrou de alegria.
 
Pondo fim à pressão para abrir o placar, a equipe Tricolor teve de conter o ímpeto do adversário e escapar da pancadaria promovida pelos jogadores do Brasiliense. Abusando das jogadas ríspidas, os atletas rivais ainda contaram com a conivência do árbitro Paulo Henrique de Godoy Bezerra, que não marcava todo tipo de falta.
 
Contagiados pela necessidade de conquistar os três pontos, os jogadores corais não abriram mão da raça em nenhum momento da primeira etapa. O Tricolor conseguiu deter as investidas do adversário, superou o anti-jogo e foi para o intervalo de jogo com a vantagem no placar.
 
SEGUNDO TEMPO: Para os 45 minutos finais, o Tricolor perdeu por contusão o volante Ramirez e o meia Natan. Dedé e Renatinho entraram no time. Modificada, a equipe entrou em campo tendo a obrigação de garantir a vantagem no placar para assegurar a classificação.
 
Como se o jogo estivesse empatado, o time coral mostrou na segunda etapa que estava em busca de um placar mais elástico. O Brasiliense foi acuado e se limitou a se defender das investidas dos donos da casa.
 
A medida que o tempo ia passando, o Santa Cruz se aproximava do seu objetivo e com propriedade. Tendo de ficar atenta a uma ou outra jogada de perigo do Brasiliense, os tricolores não demonstraram nervosismos e foram firmes.
 
Para melhorar as coisas, Caça-Rato tentou um drible bisonho e acabou caindo por cima do tornozelo direito do zagueiro Luan. Contundido, o jogador teve deixar a partida. Como o Brasiliense já havia feito as três alterações, o time teve de ficar com um menos.
 
Pouco depois, Siloé agrediu Baiano na frente do juiz e acabou tomando um cartão vermelho. No entanto, Caça-Rato foi duramente agredido na intermediária Coral e acabou ganhando a expulsão do lateral esquerdo Jorge Henrique.
 
No jogo de 10 contra 9, a equipe Tricolor até encontrou espaço para produzir boas jogadas ofensivas. Deu tempo para Oziel fazer o segundo, em um jogada de contra-ataque. 2x0. A vitória veio e fez o Arruda explodir de alegria. O Santa Cruz estará na próxima fase, lutando pelo acesso à Série B. 
Fonte: Agência CoralNET de Notícias

sábado, 5 de outubro de 2013

Saiba como ganhar materiais jurídicos de graça em sua casa

A Nação Jurídica, comemorando a chegada dos 25 anos da Constituição Federal (Constituição Cidadã), apresenta para você uma forma fácil de adquirir inúmeros materiais jurídicos de forma gratuita em sua casa, incluindo a constituição.

Não precisa sair de casa e tampouco ter muito trabalho para que tais materiais cheguem rapidamente. É preciso, tão somente, que você envie um e-mail para os Senadores da República do seu Estado. Isso mesmo. Apenas um e-mail e pronto. Mas como seria?

Acesse o site do Senado e anote os e-mails dos 3 Senadores do seu Estado. Em seguida, escreva um texto no corpo da mensagem do e-mail cumprimentando o Senador (é importante que haja um cumprimento antes mesmo de solicitar os materiais) e, logo depois, diga o que você deseja.

Não esqueça de espalhar essa notícia para os amigos. Afinal de contas, compartilhar é uma atitude nobre!

Exemplo de e-mail:

Excelentíssimo Senhor Senador da República,

Venho, através deste e-mail, solicitar materiais jurídicos que possam ser enviados para a minha residência. Desejo com isso acompanhar as leis, estatutos e projetos desenvolvidos por Vossa Excelência.
 
Se possível, gostaria de receber a Constituição Federal atualizada assim como códigos e anteprojetos que estão em discussão no Congresso Nacional.

Desde já agradeço a atenção. Segue logo abaixo, meus dados para envio.

NOME:
ENDEREÇO:
BAIRRO:
CEP:
CIDADE:      ESTADO:

Fonte: Nação Jurídica

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

CCJ aprova projeto que aumenta pena para o crime de homicídio

Brasília – A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou hoje (1º) projeto de lei que aumenta as penas mínimas para crimes de homicídio simples (que não têm agravantes) e qualificados (com agravantes).
 
Pelo texto aprovado, a pena para o homicídio simples passa de seis para dez anos de reclusão e, para o qualificado, sobe de 12 para 16 anos. O projeto precisa ainda ser votado pelo plenário da Câmara e, se aprovado, seguirá para apreciação do Senado.

 
O texto original previa elevação da pena somente para o homicídio simples, mas o relator, Valtenir Pereira (PSB-MT), incluiu no substitutivo aumento também para o homicídio qualificado. A sanção prevista no Código Penal "não cumpre as finalidades da pena, pois, além de não atender às exigências da Justiça, não tem a capacidade de inibir a prática do delito”, disse o deputado.
 
 
Fonte: Agência Brasil

Aprovação na 1ª fase do Exame da OAB valerá para nova tentativa


O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aprovou nesta terça-feira (1º) uma alteração no Exame de Ordem que permite que o candidato reprovado na segunda fase, a prática-profissional, aproveite a aprovação da primeira fase. Dessa forma, no exame seguinte o bacharel terá a chance de se utilizar dessa aprovação da primeira fase e fazer de novo somente a segunda fase. A regra vale somente para o exame subsequente na qual o candidato foi reprovado.

Segundo o coordenador nacional do Exame de Ordem, Leonardo Avelino, a mudança atende uma necessidade pedagógica do processo seletivo. "Pedagogicamente não era inteligente que o candidato fizesse novamente a primeira fase, já que ela demonstra posse de conhecimentos gerais para o exercício da advocacia. Este candidato tem de se dedicar à prova prática."

Avelino não acredita que a novidade vá impactar os índice de reprovação do exame. Segundo ele, os candidatos aprovados têm sucesso logo na primeira tentativa, e os que reprovam na estreia têm mais dificuldade de ter sucesso depois. "Não acho que teremos mudanças significativas nos índices, para isto ocorrer é necessário mudanças no ensino jurídico."

 A OAB também aprovou a alteração que permite que os estudantes do nono e décimo semestre prestem o exame. As mudanças já valem para o XII Exame de Ordem que começa em dezembro deste ano.

XI Exame de Ordem 

Na segunda etapa (prova prático-profissional), os bacharéis precisam responder quatro questões discursivas e redigir uma peça profissional na área do direito em que optaram no momento da inscrição: direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito empresarial, direito penal, direito do trabalho ou direito tributário e do seu correspondente direito processual.

No XI Exame de Ordem, edição mais recente que ainda está em andamento, mais de 101 mil bacharéis em direito se inscreveram. Pouco mais de 19 mil passaram para a segunda fase. A prova da segunda fase será no dia 6 de outubro, com início às 13h (horário de Brasília).

Fonte: G1

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Seminário Nacional vai avaliar 5 anos da Convenção da Pessoa com Deficiência

O Congresso Nacional vai realizar, quarta, 9, o “Seminário Nacional de Avaliação dos 5 Anos de Vigência no Brasil da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência” que irá discutir os reflexos sobre as mudanças ocorridas na Sociedade Civil, no Ministério Público e nos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.

A Presidenta da Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, deputada Rosinha da Adefal, irá compor a mesa oficial, na abertura do seminário e apresentará o 1º Painel sobre o Impacto da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência sobre o Poder Legislativo – avanços e desafios.



O evento contará com audiodescrição,  legenda em tempo real e interpretação em Libras.

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO:

9h – credenciamento e distribuição de material
10h – início do seminário, com a Mesa Solene de abertura

Composição da Mesa Solene

Presidente do Senado – Renan Calheiros
Presidente da Câmara – Henrique Eduardo
Representante do Poder Executivo – Ministra de Direitos Humanos – Maria do Rosário
Ministro do Supremo Tribunal Federal – Dias Toffoli
Representante do Ministério Público  - Procurador Federal do Cidadão – Aurélio Veiga Rios
Representante da Defensoria Pública da União – Defensor Público Geral Federal - Haman Tabosa Moraes e Córdova
Presidenta da Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Rosinha da Adefal
Representante da Sociedade Civil – Agência Inclusive – Patrícia Almeida
   
        11h às 12h – 1º Painel:

Impacto da CDPD sobre o Poder Legislativo – avanços e desafios
·         Rosinha da Adefal – Painelista
·         Paulo Paim – Painelista
·         Maria Izabel Maior – Coordenadora de Painel

12h – Intervalo - Almoço
13h30min às 14h – Apresentação cultural da cadeirante Gabriela Amorim, com espetáculo de balé inclusivo

14h às 15h15min – 2º Painel:
Impacto da CDPD sobre o Poder Executivo – avanços e desafios
·         Antônio José Ferreira – Painelista
·         Laís Lopes – Assessora da Secretaria Geral da Presidência da República
·         Romeu Sassaki – Coordenador de Painel

15h15min às 16h30min – 3º Painel:
Impacto da CDPD sobre o Poder Judiciário – avanços e desafios
·         Roberto Wanderley Nogueira – Painelista
·         Ricardo Tadeu Marques da Fonseca – Painelista
·         Regina Atalla – Coordenadora de Painel

16h30min às 17h – Intervalo – coffe break
17h às 18h15min– 4º Painel:
Impacto da CDPD sobre o Ministério Público – avanços e desafios
·         Maria Aparecida Gugel (MPT) – Painelista
·         Eugênia Maria Gonzaga (MPF) – Painelista
·         Flávia Maria Vital – Coordenadora de Painel

18h30min – Encerramento

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
www.interlegis.leg.br
61 3303 3221

sábado, 28 de setembro de 2013

Uma maçã por dia protege o coração

Ao consumir uma unidade da fruta diariamente, você mantém as artérias livres de danos provocados pelo excesso de LDL, o colesterol ruim
 
Uma maçã por dia protege o coração
Apelidada de fruto proibido, ela mostra, em laboratórios mundo afora, que proibido mesmo é deixá-la longe do cardápio. A última prova vem da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, onde se constatou que o consumo de uma unidade diária diminui os níveis de LDL oxidado no sangue. E esse é aquele colesterol ruim pra valer, que todos querem varrer das artérias. "Os compostos fenólicos da fruta parecem eliminar os radicais livres no sangue antes que eles possam chegar ao LDL", explica Robert DiSilvestro, líder da pesquisa.

Só para esclarecer: quando as tais moléculas de radicais dão esse encontrão no colesterol, a partícula gordurosa se oxida e, nesse estado oxidado, é que passa a formar placas na parede dos vasos. Cada vez maiores, pelo acúmulo de mais e mais colesterol no local, as placas estreitam o caminho para o sangue trafegar - congestionamento que eleva o risco de infarto ou derrame. Nada bom.
 
No estudo americano, porém, os 16 participantes que comeram uma maçã todos os dias, durante quatro semanas, ficaram menos sujeitos a esse enrosco. É que eles viram as taxas do temido colesterol oxidado despencar em 40%. Já nos 17 voluntários que ingeriram 194 miligramas de polifenóis em cápsulas, a queda aconteceu, mas não foi tão impressionante.
 
"A vantagem da fruta é que, nela, há vários compostos que agem em conjunto, somando ações positivas no organismo", justifica a nutricionista Pamela Cristiani Dias Pereira, mestranda em ciências da saúde pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Uma dessas substâncias parceiras na batalha contra o colesterol é a pectina, uma fibra solúvel encontrada em doses generosas na casca do fruto da macieira. É ali, aliás, que boa parte dos seus antioxidantes fica retida - aproximadamente 50% dos compostos fenólicos. "O resultado desse trabalho deve ser reflexo da sinergia das fibras, como a pectina, com os polifenóis da fruta, os compostos fenólicos", arrisca a nutricionista Laryssa Maria Mendes de Geus, professora do Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais (Cescage), em Ponta Grossa, no interior do Paraná.
 
Olhando de perto, a combinação desses elementos interfere em uma enzima chamada HMGCOA redutase. Não se assuste com o palavrão. O que vale a pena saber é que ela está envolvida na oxidação. "E as substâncias presentes na maçã diminuem sua ação", resume a nutricionista Elaine Rocha de Pádua, da DNA Nutri, na capital paulista. Tem mais: as fibras ainda dificultam a absorção do colesterol pelo intestino.
 
Em outra pesquisa da Universidade do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, o chega pra lá na gordura inimiga das artérias também ficou bem evidente. É que, das 160 mulheres com idade entre 45 e 65 anos que participaram do teste, aquelas que receberam 75 gramas de maçã desidratada diariamente apresentaram uma queda de 23% nas taxas do LDL passados seis meses - para ter ideia, a fruta in natura pesa em média 120 gramas. De quebra, os níveis do tipo HDL, o aclamado bom colesterol, que conserta os estragos da versão nefasta, subiram 4%.
 
"O trabalho foi realizado com um número pequeno de voluntárias, e outros fatores que influenciam na redução de colesterol não foram avaliados", pondera Glaucia Moraes, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro. "Nesse grupo específico, a maçã surtiu tal efeito. Mas é cedo para extrapolar para o restante da população", completa Maria Lúcia Mendes Bruno, nutricionista do Instituto do Coração, o InCor, em São Paulo. Mas, se a maçã não faz a proeza sozinha, ninguém nega que ajuda.
 
Cabe chamar a atenção que a versão desidratada, como o próprio nome indica, perdeu água. "Com isso, concentra não só fibras, o que pode ser positivo, mas também açúcar", lembra a nutricionista Elaine de Pádua. Por isso, apesar de ser uma opção bastante prática, não deve ser a preferida das pessoas com diabetes, já que essa turma precisa domar o sobe e desce de glicose na corrente sanguínea.
 
Mas, se a sua preocupação é com o peso cravado na balança, uma boa notícia: na investigação da Flórida, embora as maçãs representassem um acréscimo de 240 calorias diárias à dieta das voluntárias, ninguém acumulou quilos extras. Na verdade - olha que maravilha - elas chegaram a emagrecer cerca de 1,5 quilo. "As fibras favorecem a saciedade e retardam o esvaziamento intestinal. Além disso, carregam para fora do organismo parte dos açúcares e triglicerídeos dos alimentos", diz a nutricionista Laryssa Maria.
 
A maçã também pode ser uma aliada do coração de quem convive com a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), doença que provoca falta de ar, tosse e cansaço. É que as mesmas substâncias inflamatórias que prejudicam os pulmões dessa gente caem no sangue, contribuindo para doenças cardíacas. Cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Zhejiang, na China, especulam que o consumo da fruta daria um alívio nesses quadros ao combater as moléculas causadoras de inflamações.
 
"Tudo leva a crer que os antioxidantes da maçã ajudem", cogita Adalberto Rubin, diretor da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). "Mas ainda não sabemos de um alimento que comprovadamente abrande os danos da DPOC. Em todo caso, é sempre assim que as descobertas acontecem. Resta torcer para que esses resultados se confirmem em outras pesquisas", diz ele. Não custa seguir o ditado: basta uma maçã por dia para manter... Nem precisa completar, né?
 
Com casca e tudo
 
Para aproveitar o efeito anticolesterol da maçã, o melhor é consumi-la inteira. Afinal, é na película que reveste a fruta que encontramos a pectina, fibra solúvel que ajuda a reduzir a absorção da substância pelo intestino. "A casca também concentra grande parte dos compostos fenólicos do alimento", reforça a nutricionista Laryssa Maria Mendes de Geus, professora do Cescage, em Ponta Grossa, no interior do Paraná. Só não se esqueça de higienizá-la bem, para reduzir a quantidade de agrotóxicos.
 
As variedades mais comuns
 
As diferenças entre as maçãs mais presentes nas feiras e supermercados do Brasil:
 
Fuji - A polpa é aromática, firme e crocante. Uma leve acidez caracteriza seu sabor, resultado de cruzamentos feitos no Japão.
 
Verde - É desta cor porque não tem o pigmento antocianina na casca. Apresenta alta acidez e baixo teor de açúcares.
 
Gala - A polpa é firme e bem docinha. Trata-se do cultivar considerado mais rico em antioxidantes
 
Argentina - O certo, certo seria chamá-la de red. Sua polpa é mais esbranquiçada. Para alguns, menos atraente para o paladar. Isso porque a maturidade não lhe cai bem: dá a impressão que esfarela na boca.
 
Coma só uma. Mesmo!
 
Sabe aquela história de que tudo em excesso faz mal? Pois é. Até os compostos fenólicos, grandes trunfos da maçã, viram inimigos quando ingeridos de forma desenfreada. Isso porque, daí, em vez de combaterem os radicais livres, eles passam a ter atividade pró-oxidante. O segredo para não deixar seus poderes se esvaírem é se limitar a uma unidade. Se não resistir, a cota máxima pra valer seriam três.
 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Bíblia Sagrada

"Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou." Romanos 8:37

É possível adoção póstuma, mesmo quando não iniciado o processo em vida

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que é possível a adoção póstuma, mesmo que o processo não tenha sido iniciado com o adotante ainda vivo. A maioria do colegiado seguiu o entendimento da relatora, ministra Nancy Andrighi, que sustentou a necessidade de se reconhecer que o artigo 42 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não limita a adoção póstuma aos casos em que o desejo de adotar é manifestado ainda em vida.

“O texto legal, na verdade, deve ser compreendido como uma ruptura no sisudo conceito de que a adoção deve-se dar em vida”, assinalou a ministra.

Segundo ela, a adoção póstuma se assemelha ao reconhecimento de uma filiação socioafetiva preexistente. No caso julgado, essa relação foi construída pelo adotante falecido desde que o adotado tinha seis meses de idade.

“Portanto, devem-se admitir, para comprovação da inequívoca vontade do adotante em adotar, as mesmas regras que comprovam a filiação socioafetiva: o tratamento do adotado como se filho fosse e o conhecimento público dessa condição”, afirmou a ministra.

Elementos probatórios

A ministra ressaltou que o pedido judicial de adoção, antes do óbito, apenas selaria, com a certeza, qualquer debate que porventura pudesse existir com relação à vontade do adotante.

Segundo ela, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul constatou, com os elementos probatórios disponíveis, que houve manifestação da vontade do adotante, embora não concretizada formalmente.

“Consignou-se, desde a sentença, que o recorrido (adotado) foi recebido pelo adotante como filho, assim declarado inclusive em diversas oportunidades em que o conduzira para tratamentos de saúde”, destacou a ministra Andrighi.

O número deste processo não é divulgado em razão de sigilo judicial.
 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Encontro Regional Nordeste discutirá Estatuto da Pessoa com Deficiência em Maceió

O Encontro Regional do Estatuto – Região Nordeste irá apresentar e discutir o Estatuto da Pessoa com Deficiência (PL 7699/06) em Sessão Especial, amanhã, 26, na Assembleia Legislativa, às 9h.
 
A realização é da Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, presidida pela deputada federal Rosinha da Adefal, e tem como parceiros a Adefal, o Instituto Guerreiros da Inclusão, a Pestalozzi, a vereadora Tereza Nelma, a Federação de Entidades de Deficientes de Alagoas (Fedefal), a Assembleia Legislativa de Alagoas, o Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e a Associação dos Amigos e Pais de Pessoas Especiais.
 
O encontro tem como objetivo explicar a importância do Estatuto, empoderar as pessoas no uso e divulgação da ferramenta wikilegis como meio para encaminharem suas sugestões e contribuições, e ouvir os participantes sobre o conteúdo do estatuto.
 
A deputada Rosinha falou sobre a importância do evento. ”No momento que ainda comemoramos a passagem do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, fazer a discussão do texto do estatuto e trazer sugestões para que o texto fique adequado as nossas necessidades é uma tarefa de todos nós”.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Frase do dia

"A vantagem de ser inteligente é que podemos fingir que somos imbecis, enquanto o contrário é completamente impossível." Woody Allen

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

‘Venci’, diz ex-catadora de latinhas do DF que passou em concurso do TJ

Uma catadora de latinhas do Distrito Federal conseguiu passar em um concurso de nível médio do Tribunal de Justiça estudando apenas 25 dias. Com isso, ela trocou uma renda mensal de R$ 50 por um salário de R$ 7 mil. “Foi muito difícil. Hoje, contar parece que foi fácil, mas eu venci”, afirma. Agora, ela diz que pensa em estudar direito.

Sem dinheiro nem para comprar gás e obrigada a cozinhar com gravetos, Marilene Lopes viu a vida dela e a da família mudar em 2001, depois de ler na capa de um jornal a abertura das inscrições para o concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Ela, que até então ganhava R$ 50 por mês catando latinhas em Brazlândia, a cerca de 30 quilômetros de Brasília, decidiu usar os 25 dias de repouso da cirurgia de correção do lábio leporino para estudar com as irmãs, que tinham a apostila da seleção. Apenas Marilene foi aprovada.

"Minha mãe disse que, se eu fosse operar, ela cuidava dos meninos, então fui para a casa dela. Minha mãe comprou uma apostila para as minhas irmãs, aí dei a ideia de formarmos um grupo de estudo. Íamos de 8h às 12h, 14h às 18h e de 19h às 23h30. Depois eu seguia sozinha até as 2h", explica.

 O esforço de quase 12 anos atrás ainda tem lugar especial na memória da família. Na época, eles moravam em uma invasão em Brazlândia.

Marilene já havia sido agente de saúde e doméstica, mas perdeu o emprego por causa das vezes em que faltou para cuidar das crianças. Como os meninos eram impedidos de entrar na creche se estivessem com os pés sujos, ela comprou um carrinho de mão para levá-los e aproveitou para unir o útil ao agradável: na volta, catava as latinhas de alumínio.

Segundo ela, a situação durou um ano e meio, e na época a família passava muita fome. "Nunca tinha nem fruta para comer. Eu me lembro que passei um ano com uma só calcinha. Tomava banho, lavava e dormia sem, até secar, para vestir no outro dia. Roupas, sapato, bicicleta [os filhos puderam ter depois da aprovação no concurso]. Nunca tive uma bicicleta", conta.

Mesmo para se inscrever na prova Marilene, que é técnica em enfermagem e em administração, encontrou dificuldades. Ela lembra ter pedido R$ 5 a cada amigo e ter chegado à agência bancária dez minutos antes do fechamento, no último dia do pagamento. E o resultado foi informado por uma das irmãs, que leu o nome dela no jornal.

"Tinha medo [de não passar] e ao mesmo tempo ficava confiante. Sabia que se me dedicasse bem eu passaria, só precisava de uma vaga", diz. "Dei uma flutuada ao ver o resultado. Pedi até para minha irmã me beliscar."

Ganhando atualmente R$ 7 mil, a técnica judiciária garante que não tem vergonha do passado e que depois de formar os cinco filhos pretende ingressar na faculdade de direito. "Mesmo quando minhas colegas passavam por mim com seus carros e riam ao me ver catando latinhas com o meu carrinho de mão eu não sentia vergonha. E meus filhos têm muito orgulho de mim, da nossa luta. Eles querem seguir meu exemplo."

Marilene já passou pelo Juizado Especial de Competência Geral, 2ª Vara Cível, Órfãos e Sucessões de Sobradinho, 2ª Vara Criminal de Ceilândia, 12ª Vara Cível de Brasília e Contadoria. A trajetória dela inspira os colegas. Por e-mail, o primeiro chefe, o analista Josias D'Olival Junior, é só elogios. "A sua história de vida, a sua garra e o seu caráter nos tocavam e nos inspiravam profundamente."


A técnica afirma ainda que não se arrepende de nada do que passou, nem mesmo de ter tido cinco filhos – como diz terem comentado amigos. "Ainda hoje choro quando me lembro de tudo. Eu não tinha gás e nem comida e não ia falar pra minha mãe. Se falasse, ela me ajudaria, mas achava um abuso. Além de ficar 25 dias na casa dela, comendo e bebendo sem ajudar nas despesas, ainda ia pedir compras  ou o dinheiro para o gás? Ah, não. Então assim, quando passei, foi como se Deus me falasse 'calma, o deserto acabou'."

Da época de catar latinhas, Marilene diz que mantém ainda a qualidade de ser supereconômica. Ela afirma que não junta mais alumínio por não encontrá-los mais na rua. "As pessoas descobriram o valor, descobriram que dá para vender e juntar dinheiro". Já as irmãs com quem estudou, uma se formou em jornalismo em 2011 e outra passou quatro anos depois no concurso do TJ de Minas Gerais, e foi lotada em Paracatu.


Dificuldades

O primeiro problema enfrentado por Marilene veio na posse do concurso. A cerimônia ocorreu três dias após o nascimento do quinto filho, em um parto complicado. A médica não queria liberá-la para a prova, mas só consentiu com a garantia de que ela voltaria até 18h30. Por causa do trânsito, a catadora se atrasou em uma hora.

"A médica chamou a polícia dizendo que eu tinha abandonado meu filho. É que eu estava de alta, mas o bebê não, e ele precisava tomar leite no berçário enquanto eu estivesse fora", lembra. "A enfermeira ligou para a polícia do hospital e explicou a situação e aí pararam de me procurar. A médica me deixou com o problema e foi embora, no término do plantão dela."

Resolvida a situação, Marilene e a família viveram bem até 2003, quando o marido resolveu sair de casa. O homem, que já havia sido preso por porte ilegal de arma, havia "se deslumbrado" com a situação econômica da mulher. A casa e o carro comprados a partir do salário do tribunal precisaram ser divididos.

Atualmente, ela mora com os filhos na casa de um amigo, na Estrutural, enquanto aguarda a entrega de um apartamento de três quartos em Águas Claras. Marilene tem uma moto e, junto com uma das irmãs, está pagando um consórcio para comprar um carro zero.

Fonte:
G1

domingo, 22 de setembro de 2013

Colégio de Presidentes sugere alterações no Exame de Ordem

A alteração no provimento foi aprovada pelo Colégio
 e irá ao Pleno do Conselho Federal

(Foto: Lincoln Kurisu - OAB-PB)
João Pessoa (PB) - O Colégio de Presidentes, reunido nesta sexta-feira (13), em João Pessoa, aprovou a sugestão de alteração no provimento do Exame de Ordem, para que esta seja deliberada pelo Pleno do Conselho Federal. Com isso, será permitido que em caso de reprovação na 2ª. fase (prático-profissional) o examinando possa fazer o aproveitamento da aprovação da 1ª fase.

O candidato terá direito a fazer novamente a prova prático-profissional, uma única vez, no Exame seguinte.

“O aproveitamento de fase é algo que defendo desde o tempo que era presidente de seccional”, saudou o coordenador Nacional do Exame de Ordem, Leonardo Avelino Duarte.

A decisão irá ao Pleno do Conselho Federal para aprovação. A intenção é que, se aprovada, a medida valha já para o edital do próximo Exame.
 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Número de usuários de crack chega a 370 mil nas capitais



Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil


Brasília - Os usuários regulares de crack e/ou de formas similares de cocaína fumada (pasta-base, merla e oxi) somam 370 mil pessoas nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. Considerada uma população oculta e de difícil acesso, ela representa 35% do total de consumidores de drogas ilícitas, com exceção da maconha, nesses municípios, estimado em 1 milhão de brasileiros.


A constatação está no estudo Estimativa do Número de Usuários de Crack e/ou Similares nas Capitais do País, divulgado hoje (19) pelos ministérios da Justiça e da Saúde. A pesquisa foi encomendada pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad) à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Para o secretário nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça, Vitore Maximiano, o número de usuários regulares desse tipo de droga é "expressivo", embora corresponda a 0,8% da população das capitais (45 milhões). "Não é pouco, em absoluto, termos 370 mil pessoas com uso regular de crack. O número é expressivo e mostra que devemos ter total preocupação com o tema."


O secretário classificou de surpreendente o fato de, em números absolutos, a Região Nordeste concentrar a maior parte dos usuários, contrariando o senso comum, segundo o qual o consumo é maior no Sudeste. Como a prática ocorre em locais públicos e durante o dia, ela costuma ser mais visível, devido à formação das chamadas cracolândias. De acordo com o estudo, no Nordeste há aproximadamente 150 mil usuários de crack, cerca de 40% do total de pessoas que fazem uso regular da droga em todas as capitais do país.


"Esse é um achado que surpreende: a presença de um forte consumo no Nordeste e também, proporcionalmente, no Sul [onde há 37 mil usuários de crack]. No Nordeste, acreditamos que seja em razão do próprio IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] mais baixo, quando equiparado nacionalmente", disse. "Já em relação ao Sul, verificamos um componente histórico, uma vez que tradicionalmente há na região um maior uso de drogas injetáveis, cujo índice no país é muito baixo, mas sempre com maior predominância por lá", acrescentou.

A proporção do consumo do crack em relação ao uso total de drogas ilícitas (com exceção da maconha) também apresenta variações entre as regiões. Enquanto nas capitais do Norte, o crack e/ou similares representam 20% do conjunto de substâncias ilícitas consumidas, no Sul e no Centro-Oeste o produto corresponde a 52% e 47%, respectivamente.

O levantamento mostra ainda que, entre os 370 mil usuários de crack e/ou similares, 14% são menores de idade. Isso indica que aproximadamente 50 mil crianças e adolescentes usam regularmente essa substância nas capitais do país. A maior parte deles (56%) também estão concentrados nas capitais do Nordeste, onde foram identificados 28 mil menores nesta situação.

Em relação aos locais de consumo da droga, o estudo identificou que oito em cada dez usuários usam crack em espaços públicos, de interação e circulação de pessoas. A diretora de Projetos Estratégicos da Senad, Cejana Passos, ressaltou que, em razão dessa característica, não adianta fazer uma pesquisa com metodologias tradicionais, por exemplo, com perguntas diretas ao entrevistado se ele usa ou não a droga, com o objetivo de estimar o número de usuários. Segundo ela, o método adotado, que investiga as redes sociais do entrevistado, com questionamento sobre as pessoas que ele conhece que usam a substância, foi possível chegar a um número mais preciso.


"Essas pessoas podem não estar na residência. Por isso, era preciso investigar o todo e cruzar as redes sociais", disse. "Pela primeira vez, a secretaria considera ter um dado muito confiável em relação ao número de usuários de crack nas capitais", acrescentou.


Para fazer o estudo, foram ouvidas, em casa, entre março e dezembro de 2012, 25 mil pessoas, que responderam a questões sobre as características das pessoas que integram suas redes de relacionamento. Entre as perguntas, havia algumas focadas especificamente no uso do crack e outras que serviram como controle de confiabilidade dos dados, cujas respostas podiam ser comparadas aos cadastros de órgãos públicos, por exemplo, número de conhecidos que são beneficiários do Bolsa Família.

Além desse estudo as pastas divulgaram hoje a pesquisa Perfil dos Usuários de Crack e/ou Similares no Brasil que traz informações sobre as características epidemiológicas dessa parcela da população.


Edição: Talita Cavalcante//Título alterado às 12h37 para esclarecer informação.

Agência Brasil

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Bíblia Sagrada

"O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução." Provérbios 1:7